Feriado estadual: confira expediente no dia 9 de julho
De acordo com a Lei Estadual nº 9.497, de 5 de março de 1997, a próxima sexta-feira (9) é feriado civil em todo Estado de São Paulo, em razão da comemoração da Revolução Constitucionalista de 1932, data magna do Estado. Portanto, neste dia não haverá expediente nas repartições públicas municipais, funcionando apenas os serviços essenciais.
O Paço Municipal de Praia Grande permanece fechado para atendimento ao público. Trabalham normalmente pronto-socorros, Hospital Municipal, coleta de lixo, Guarda Civil Municipal, limpeza das praias, feiras-livres e o comércio em geral, inclusive as feiras de artesanato, alimentação e vestuário da Cidade. Os demais serviços voltam ao funcionamento normal na segunda-feira (12).
Confira o expediente:
Prontos-Socorros – Praia Grande conta com três locais para atendimento de emergência: dois prontos-socorros nos bairros Boqueirão (ao lado do Hospital Municipal) e Quietude (Avenida Ministro Marcos Freire), e um posto de pronto-atendimento no Samambaia (Avenida Estados Unidos). Funcionam 24 horas. Para solicitar remoção de ambulância, basta ligar 192.
Multiclínicas e Unidades de Saúde da Família – não funcionam.
Hospital Municipal Irmã Dulce – atende normalmente. Para solicitar remoção de ambulância, ligar 192.
Guarda Civil Municipal – expediente normal. Atendimento através do telefone 199.
Coleta de lixo domiciliar e seletiva – atendimento normal.
Limpeza das praias – diurna e noturna, da faixa de areia e do calçadão da orla.
Feiras livres – são realizadas normalmente.
Pátio Municipal (liberação de veículos) – será divulgada posteriormente.
Fiscalização de Trânsito, Transportes e Engenharia de Tráfego – expediente normal.
Butique de Peixes (altura da Rua Rui Barbosa com Avenida Castelo Branco, Canto do Forte) e Mercado de Peixes (direção da Rua Carlos Gomes com Avenida Castelo Branco, Bairro Ocian) – funcionam de segunda a sábado, das 7 às 17 horas; e domingo das 7 às 14 horas.
Feiras de artesanato (Guilhermina, Ocian e Caiçara) – a partir das 14 horas.
O Posto de Informações Turísticas (PIT) – funciona das 9 às 18 horas, na esquina das Avenidas Castelo Branco e dos Sindicatos, no Bairro Mirim.
Feriados – Em Praia Grande há três feriados municipais, dias de tradição religiosa: Sexta-Feira da Paixão e Corpus Christi (datas móveis, comemoradas este ano em 2 de abril e 3 de junho, respectivamente) e Dia de Finados (2 de novembro). A data magna no Estado de São Paulo é 9 de Julho (Revolução Constitucionalista).
Revolução de 1932 – No dia 9 de julho, o Estado de São Paulo comemora o aniversário do Movimento Constitucionalista de 1932. A data representa um marco importante na história do Estado e do Brasil. O movimento exigiu que o País tivesse uma Constituição e fosse mais democrático.
Na época, Getúlio Vargas ocupava a presidência da República devido a um golpe de Estado, aplicado após sua derrota para o paulista Júlio Prestes nas eleições presidenciais de 1930. O período ficou conhecido como A Era Vargas. A Revolução Constitucionalista de 1932 representa o inconformismo de São Paulo em relação à ditadura de Getúlio Vargas.
Uma das principais causas do conflito foi a ruptura da política do café-com-leite – alternância de poder entre as elites de Minas Gerais e São Paulo, que caracterizou a República Velha (1889-1930). Aliada do poder, a classe dominante de São Paulo passou a exigir do governo federal maior participação.
Como resposta, Getúlio Vargas não apenas se negou a dividir poder com os paulistas, como ameaçou reduzir seu poder dentro do próprio Estado de São Paulo, com a nomeação de um interventor não paulista. Os paulistas não aceitaram as arbitrariedades de Getúlio Vargas, o que levou ao conflito que opôs São Paulo ao resto do país.
No dia 9 de julho de 1932, o conflito armado tomou seus primeiros passos sob a liderança dos generais Euclides de Figueiredo, Isidoro Dias Lopes e Bertoldo Klinger. O plano dos revolucionários era empreender um rápido ataque à sede do governo federal, forçando Getúlio Vargas a deixar o cargo ou negociar com os revoltosos. No entanto, a grande participação militar não foi suficiente para fazer ampla oposição contra o governo central.
O esperado apoio aos insurgentes paulistas não foi obtido. O bloqueio naval da Marinha ao Porto de Santos impediu que simpatizantes de outros estados pudessem integrar a Revolução Constitucionalista. Já no mês de setembro daquele ano, as forças do governo federal tinham tomado diversas cidades de São Paulo. A superioridade das tropas governamentais forçou a rendição dos revolucionários no mês de outubro. Fonte: http://educacao.uol.com.br.
(Fonte: Jornal Eletrônico da Prefeitura da Estância Balneária de Praia Grande)


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